23 May, 2014

teste


Há anos atrás (e comprovado nesse blog), tive minha época de repulsa à carne, condenando os carnívoros, a morte do animal, etc. Tudo começou como uma forma de me auto-convencer a manter a dieta sem carne por um determinado tempo para melhorar a saúde do meu estômago, quado descobri a gastrite. Tarefa difícil já que vim do Mato Grosso, cuja fama disputamos com os gaúchos de melhor carne. Assisti inúmeros documentários de maus tratos com animais e li muito a respeito para me convencer de parar. E como a falta de conhecimento da verdade pode levar ao fanatismo, o que era para me ajudar virou lei inquestionável. Mas eu nunca me dei por vencida em algo e muita coisa começou a me incomodar. Sim, as dores passaram milagrosamente e por isso nem fui fazer um novo exame. Mas comecei a perceber outras coisas acontecendo (sim, tirar a carne da alimentação realmente lhe deixa mais sensível), além da carne eu mal digeria frituras, alguns tipos de doces, tudo o que era "pesado", até saladas! Com o tempo, buscando estudar todos os lados possíveis, passei a ver que a vida não é bem assim, cheia de radicalismo. Foi quando resolvi estudar gastronomia pois considerava que os naturebas (estou falando carinhosamente porque adoro a sonoridade dessa palavra) pecavam em muitos quesitos quando o assunto era cozinhar para todos.

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